Deixamos Ushuaia e partimos com destino a Cerro Sombrero. Depois de muito ripio e trepidação, chegamos a uma bela pousada, perdida no meio do nada, no extremo sul do Chile, a Pousada Tunkelen. Na pousada jantamos um delicioso salmão e brindamos mais uma etapa cumprida da nossa viagem.
No dia seguinte a viagem de Cerro Sombrero à Puerto Natales (367 km) foi osso duro de roer! Se contar ninguém acredita: logo na saída, constatamos que a moto do Luiz tinha perdido os parafusos que prendiam o freio da roda dianteira por causa da trepidação do rípio. Detalhe importante: estávamos no fim do mundo, a cidade mais próxima estava a 160 km e era domingo. Por muita sorte, depois de três horas procurando e rezando, as encontramos, cada uma em um lugar diferente! Seguimos viagem e pegamos uma rota que é conhecida como Rota do Vento... essa sim, faz jus ao nome! Eu nunca vi nada igual... O vento batia com tanta força que nos empurrava pra fora da pista. A moto parecia que ia levantar vôo! Eu ia chorando e implorando a Deus para chegar logo! E para piorar ainda mais, a tempetura estava em torno de 2º Graus e com o vento gelado a sensação térmica despencava. Cheguei a Puerto Natales roxa, congelada e aterrorizada! Enquanto isso, o Roquete ria da situação!
Mas todo esse sufoco valeu a pena! Eu estava para realizar mais um grande sonho: conhecer Torres Del Paine.
Mas todo esse sufoco valeu a pena! Eu estava para realizar mais um grande sonho: conhecer Torres Del Paine.
Puerto Natales é uma cidadezinha que serve como base para os passeios ao Parque Nacional de Torres del Paine e fica lotada o ano todo de pessoas de todos os cantos do mundo que vão até ali para conhecer as famosas Torres.
Como não havíamos reservado hotel, chegando à cidade fomos procurar um lugar para descansarmos. A cidade conta com diversos hostels e não foi díficil encontrar um que nos acolhesse confortavelmente. Contratamos o passeio à TDP através de uma agência de turismo e saímos para jantar, e como estávamos no Chile não poderiamos deixar de comer novamente o famoso salmão da terrinha, regado a um bom vinho da região.
Como não havíamos reservado hotel, chegando à cidade fomos procurar um lugar para descansarmos. A cidade conta com diversos hostels e não foi díficil encontrar um que nos acolhesse confortavelmente. Contratamos o passeio à TDP através de uma agência de turismo e saímos para jantar, e como estávamos no Chile não poderiamos deixar de comer novamente o famoso salmão da terrinha, regado a um bom vinho da região.
No dia seguinte seguimos numa van para o Parque Nacional Torres del Paine que é um maciço montanhoso de granito e foi declarado reserva mundial da biosfera pela UNESCO. Apesar de ser verão, estava muito frio e o vento era tão forte que dificultava a caminhada. Mas foi perfeito... Geleiras, vales verdes, cachoeiras, lagoas de um azul celeste fantástico, raposas, guanacos e condores, tudo compondo um cenário inacreditável e de uma beleza estonteante.
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| Pousada Tunkelen |
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| Guanacos |
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| Zorro |
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| Belo! |
Pena que nosso tempo estava contado e não pude fazer meu sonhado trekking, mas esse fica para a próxima visita a Torres del Paine.










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